Cáritas Diocesana participa do Hackathon Kolabora promovido pela Coca Cola, no RJ

Hackthon na teoria significa hack (programar) e marathon (maratona), ou seja, maratona de programação, termos bastante utilizados entre as empresas de tecnologias. Entretanto, o que antes era restrito apenas ao público tecnológico, ganhou asas e espaço como alternativa criativa entre grandes empresas com a Coca Cola, a Ambev, a Petrobrás, entre outras. O hackathon é um ciclo de inovação que utiliza métodos e ferramentas que promovem pensamentos críticos, criativos, organizados e inovadores de forma colaborativa para atingir resultados as instituições participantes.

Selecionada dentre várias instituições do Terceiro Setor, a Cáritas Diocesana de Pesqueira participou na última segunda-feira (22), do Hackathon Kolabora, promovido pela Coca Cola Brasil, e facilitado pela Phomenta, uma aceleradora e certificadora de ONG’s.

Com a participação de  funcionários da Coca Cola Brasil e Instituto Coca Cola Brasil, da secretária executiva da Cáritas Diocesana, Neilda Pereira, da coordenadora do setor Administrativo e Financeiro, Magna Pollyana da Silva, e da coordenadora de Comunicação, Fabiana Francelino,  a maratona social foi  pautada  em três eixos: gestão administrativa, mobilização de recursos e voluntários, e comunicação; como as problemáticas da Cáritas Diocesana, instituição modelo para análise.

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“Durante o hackathon temos a possibilidade de explorar todos os formatos possíveis para uma ideia, e executá-la da melhor forma”, comenta Daniela Redondo, diretora executiva do Instituto Coca Cola.

Com as problemáticas analisadas e trabalhadas no método de Design Thinking, o Hackathon contou com as seguintes etapas: imersão, ideação, prototipagem e teste. Na fase de imersão, as agentes  Cáritas apresentaram a instituição aos participantes, bem como, suas atividades, rotinas administrativas, financeiras, no setor de comunicação e de mobilização de recursos. Em seguida, na etapa de ideiação os presentes analisaram  e sintetizaram as informações obtidas na apresentação de forma a construir ideias inovadoras. Como passo seguinte, a prototipagem consistiu em construir ferramentas para  aplicar no dia a dia  as ideias sugeridas, e por fim, os testes, que buscam a validação e execução  das ideias, com ajustes necessários.

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“Independentemente do resultado final, o processo criativo é sempre positivo e muito rico. Trabalhar com equipes multidisciplinares, e fora do nosso ambiente diário de atuação nos proporciona respostas rápidas e eficazes”, comenta Fabiana Francelino, coordenadora de Comunicação da Cáritas Diocesana de Pesqueira.

Ao final do Hackathon, as equipes construíram propostas para os três eixos, com um cronograma de metas, responsáveis  e prazos. Para o eixo de gestão administrativa, a proposição de criação de um processo de normativas para as políticas internas, normativas e fluxos. Para o eixo de comunicação, um cronograma de atividades para captação de parcerias junto as empresas locais e nacionais, e por fim, para o eixo mobilização de recursos  e voluntários , a criação de um formulário online para captação  e segmentação de voluntários.

Por Núcleo de Comunicação da Cáritas Diocesana de Pesqueira.

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