Cáritas Diocesana promove lançamento do Projeto Águas para Educar em duas escolas de Pesqueira

Este ano, o projeto vai beneficiar mais de 1400 alunos e funcionários das Escolas Margarida Falcão, no bairro Cohab 2, e Monsenhor Olímpio Torres, no território indígena da Vila de Cimbres

Desenvolver ações de acesso à água e educação contextualizada em escolas do município de Pesqueira. Esse é o principal objetivo do Projeto Águas para Educar, de execução da Cáritas Diocesana de Pesqueira, em parceria com a Fundação Avina, Loja de Multimarcas Dona Santa e a Revista Vogue, e que em 2019 entra em sua terceira edição.

Nos dias 04 e 05 de junho, os agentes Cáritas Bruna Suianne, do Núcleo de Articulação; e Francimário Gomes e Aluísio Silva, da Assessoria Técnica, realizaram a apresentação do Projeto nas duas instituições de ensino de Pesqueira que serão beneficiadas pelo Águas para Educar – a Escola de Referência em Ensino Médio Professora Margarida de Lima Falcão, no bairro da Cohab 2; e a Escola Intermediária Monsenhor Olímpio Torres, no território indígena da Vila de Cimbres.

Os agentes Cáritas apresentaram para funcionários (as) e alunos (as) os objetivos, etapas e atividades do projeto, que prevê a implementação de um sistema de reuso de águas cinzas – o bioágua – bem como, a implementação de uma horta e um pomar nos arredores das escolas. Na atividade, os agentes também falaram um pouco sobre as ações que são realizadas pela Cáritas Diocesana de Pesqueira no seu território de atuação, além de mostrar as etapas anteriores do Águas para Educar, que já beneficiou cerca de 5.500 pessoas escolas nos municípios de Buíque, Sanharó, Sertânia, Pesqueira, Poção e Tupanatinga. Este ano, o projeto vai beneficiar diretamente mais de 1.400 pessoas de toda a comunidade escolar.

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Durante a apresentação na EREM Margarida Falcão, os agentes realizaram ainda um momento alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 05 de junho, com uma palestra sobre o descarte incorreto do lixo e poluição das águas, além de construírem junto aos estudantes um modelo de filtro biológico presente no bioágua. “A chegada do projeto vai possibilitar que toda a escola possa discutir a questão do reuso da água e produção sustentável dos alimentos, além de trabalhar a educação contextualizada na perspectiva de duas temáticas muito pertinentes ao nosso território: a convivência com o semiárido e a segurança alimentar e nutricional”, reforçou Francimário Gomes.  

Nas atividades estão previstas capacitações sobre manejo do bioágua, da horta e do pomar, e intercâmbios para conhecer a experiências exitosas de outras escolas com o projeto. A chegada do Águas para Educar possibilita a toda a comunidade escolar a discussão de conteúdos na linha da convivência com o semiárido, da agroecologia, e da segurança e soberania alimentar, além de estimular nos estudantes a preservação e o cuidado com o meio onde estão inseridos.

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