Com o tema Vida em Primeiro Lugar, Cáritas Diocesana participa do 24º Grito dos (as) Excluídos (as)

A proposta para o Grito dos (as) Excluídos (as) surgiu nacionalmente em 1994, sendo realizado pela primeira vez em setembro de 1995. O Grito se resume em uma manifestação popular realizada por pessoas, grupos, organizações, entidades e movimentos sociais que trabalham na luta pelo direto das pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Neste sentido, na última quarta-feira (05), a Cáritas Diocesana de Pesqueira participou da 24ª Edição do Grito dos (as) Excluídos (as). Realizado pela Diocese de Pesqueira, o encontro reuniu sociedade civil, representantes das pastorais sociais, dos movimentos, das organizações, das entidades, das escolas, do Povo Xukuru do Ororubá e dos partidos políticos da cidade de Pesqueira.

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“Esse não é um grito só nosso, é das periferias e das comunidades rurais, hoje estamos aqui pra dizer que basta de privilégios! O nosso Papa Francisco nos pede para sermos uma Igreja em saída, esse é um desafio colocado pra gente, reafirmar o nosso compromisso junto com os mais necessitados e necessitadas. Por isso, enquanto Cáritas estamos aqui para defender todas as formas de vida. Avante, porque a luta ainda não terminou”, enfatiza o coordenador de articulação da Cáritas Diocesana de Pesqueira, Itamar de Carvalho.

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Com concentração em frente à antiga Fábrica Peixe, os participantes chegavam e se organizavam com suas bandeiras, faixas e cartazes, seguindo em caminhada até a Praça Dom José Lopes, no centro da cidade. Na ocasião, os grupos Movimento Fraterno de Ação Comunitária (Mofac), e, Banda de Pífano Xukuru do Ororubá realizaram apresentações remetendo a cultura da região.

Além disso, o momento principal do evento foram as reivindicações públicas em defesa da cidadania, educação, cultura, saúde e segurança, realizadas pelos movimentos, organizações, entidades, grupos e partidos políticos ali presentes. A manifestação encerrou com a benção do Vigário Geral da Diocese de Pesqueira, Pe. Eduardo Valença, e apresentação do samba de coco do Povo Xukuru do Ororubá.

Sobre o Grito

Há 24 anos, esta articulação tem levado milhares de pessoas às ruas para denunciar uma série de violações. Geralmente, as manifestações acontecem na Semana da Pátria, assim, é um espaço aberto para denúncias sobre as mais variadas formas de exclusão. Neste ano, o Grito trouxe o tema: Vida em Primeiro Lugar, e o lema: “Desigualdade gera violência: basta de privilégio.

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