Intercâmbio no município de Alagoinha promove troca de experiências entre agricultores (as)

A Convivência com o Semiárido e a Segurança Hídrica são estratégias de fortalecimento da agricultura familiar que estão presentes nas linhas de ação da Cáritas Diocesana de Pesqueira. Um dos principais focos da instituição é a atuação com as famílias agricultoras, a partir da implantação de tecnologias sociais para captação e armazenamento de água da chuva para o consumo humano e animal, e para produção de alimentos.

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Nesse sentido, a instituição executa nos municípios de Itaíba, Tupanatinga e Pedra, o Programa Pernambuco Mais Produtivo (PMP). O Programa tem como objetivo a construção de tecnologias sociais para armazenamento da água da chuva para a produção de alimentos, garantindo assim a soberania alimentar e possível geração de renda através da comercialização dos produtos.

Dentro das atividades propostas pelo PMP, estão os intercâmbios em comunidades que já receberam as tecnologias sociais em outras etapas do programa. Nesta quarta-feira (19), agricultores e agricultoras do município de Pedra visitaram a propriedade de Lúcia Galindo, no Sítio Canga, município de Alagoinha, para conhecer a experiência exitosa dela com a sua produção de alimentos.

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O intercâmbio é uma das atividades do projeto e proporciona aos agricultores beneficiários uma troca de conhecimento dentro de um contexto de uma realidade já vivenciada por famílias que que já foram contempladas com o projeto anteriormente. Neste sentido, aquela família compartilha com os demais as formas de cultivos, manejo do solo, das tecnologias adaptáveis, podendo dessa maneira contribuir com a melhoria da qualidade de vida de outras famílias do Semiárido”, reforçou Rivaldo Melo, coordenador de Projetos da Cáritas Diocesana de Pesqueira.

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Durante a visita, a agricultora falou sobre a importância da cisterna na sua vida, além de alertar sobre os cuidados com a manutenção e limpeza da tecnologia social. Lúcia também mostrou aos visitantes um pouco do que produz na propriedade, através do seu viveiro de mudas, onde foi possível observar a variedade de hortaliças e frutíferas de seu quintal produtivo. Ela ainda contou para os agricultores como ela reutiliza a água das suas atividades cotidianas no canteiro econômico que existe na propriedade e da importância dos defensivos naturais e da produção agroecológica.

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